Saiba quais são os riscos da automedicação

Os medicamentos desempenham um papel essencial na saúde. Porém, o uso excessivo, sem a orientação de um profissional, pode acarretar sérios problemas. Às vezes, um simples comprimido para gripe ou dor de cabeça pode provocar reações graves em nosso organismo.

Neste texto, vamos falar sobre a automedicação e os perigos dessa prática. Confira!

O que é a automedicação?

A automedicação se caracteriza pelo uso indiscriminado de remédios, sem a prescrição e o acompanhamento de um médico. Sabe quando comentamos com algum amigo ou familiar sobre um sintoma ou quando pesquisamos na internet e recebemos desses meios dicas de comprimidos milagrosos? Ficamos tentados a usar, com a intenção de aliviar uma dor ou um desconforto. Porém essa não é a melhor conduta quando observamos que há algo errado com a nossa saúde.

Quais são os riscos?

Remédios de uso comum, como antibióticos e anti-inflamatórios, quando utilizados de forma desregular e sem indicação, podem fazer com que a pessoa desenvolva uma resistência e, quando realmente forem necessários, poderão não apresentar o resultado esperado.

Outro ponto importante é o uso excessivo, que, além de causar intoxicação, poderá acarretar uma dependência química. A interação com outra substância, que o individuo já faça uso, também pode alterar os efeitos de ambos os medicamentos.

Qual é a melhor forma de evitar a automedicação?

Sentiu alguma coisa? Vá até um hospital ou entre em contato com o seu médico de confiança. Os profissionais da saúde são capacitados para indicar a melhor forma de aliviar os sintomas avaliados durante a consulta e nos resultados de exames.

Dica: passe a ler a bula dos medicamentos. Nela, você encontrará informações importantes, como as contraindicações, as reações adversas e as interações medicamentosas. No site da Anvisa, é possível consultar as bulas eletrônicas de forma prática e rápida.

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Covid-19: como funcionam os testes rápidos de coronavírus?

O novo coronavírus e a infecção respiratória causada por ele, chamada Covid-19, são os principais assuntos do momento. O avanço da doença preocupa profissionais da saúde e a população de forma geral, uma vez que a capacidade de propagação do vírus é alta. A recomendação, agora, é clara: se puder, fique em casa. Para prevenção, é importante manter as mãos higienizadas e evitar aglomerações.

 

O diagnóstico da Covid-19 é feito com exames específicos e deve ser realizado seguindo recomendações de segurança, sempre por pessoas capacitadas. Ao longo do texto, explicamos como funciona o teste rápido, que, em até 30 minutos, identifica a presença do coronavírus. Vamos lá?

 

Teste rápido para Covid-19

Os testes rápidos podem seguir dois métodos: por secreção nasal e de garganta ou por amostra sanguínea. No Laboratório Carlos Chagas, estamos trabalhando com a coleta de sangue, e não é necessário pedido médico. O resultado, positivo ou negativo para o vírus, sai em tempo recorde. Entre dez e 30 minutos, é possível dar retorno ao paciente sobre o seu quadro.

 

O exame mede a quantidade de dois anticorpos do nosso organismo, produzidos quando o corpo entra em contato com agentes infecciosos: o lgG e lgM. Para que a resposta seja positiva, é preciso que exista uma quantidade, mesmo que mínima, dessas moléculas no sangue. A análise é feita com uma lâmina de nitrocelulose que reage à amostra e apresenta indicação visual.

 

A orientação para a realização do teste rápido é que ele seja feito entre o sétimo e o décimo dia do surgimento de sintomas. Assim, a chance de exatidão do resultado é maior. Como a prevenção é essencial, é indicado ir até o laboratório utilizando máscaras individuais ou optar pela coleta domiciliar.

 

Em caso de dúvidas, entre em contato com a equipe do Laboratório Carlos Chagas via WhatsApp: (32) 98454-6100. Para mais informações, acompanhe nossas redes sociais!

 

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Combate ao coronavírus: a alimentação como aliada do sistema imunológico

Refeições nutritivas, dieta balanceada, pratos coloridos. A alimentação sempre foi aliada do nosso sistema imunológico. Cuidar do que comemos é cuidar do nosso corpo e, assim, prevenir diversas doenças. Com o novo coronavírus, é preciso atenção: nenhum alimento evita o contágio ou é capaz de curar a infecção causada por ele. Mesmo assim, uma rotina saudável será fundamental para que o organismo esteja preparado para combater o invasor.

Pensando nisso, listamos aqui alimentos importantes para fortalecer nossas células de defesa. Você vai conferir, também, seus nutrientes e como agem no corpo humano. Olha só:

1.    Vegetais verde-escuros

Nessa lista, inclua espinafre, brócolis, agrião e couve. Todos as folhas com tonalidades escuras de verde são fontes de fibras, betacaroteno, ferro e ácido fólico. O brócolis, por exemplo, possui, ainda, vitamina A, C e da antioxidante glutationa. Consequentemente, o alimento é um dos impulsionadores da nossa imunidade.

2.    Frutas e legumes

Aqui, fazemos uma divisão por cor. O vermelho, como do morango e do tomate, representa sabores ricos em vitamina C e antocianinas. Assim, têm propriedades antioxidantes e fortalecem o coração. Já os alaranjados, como mamão e cenoura, atuam na manutenção dos tecidos e ajudam o sistema imunológico.

3.    Mel e gengibre

O mel já é famoso por ser anti-inflamatório e fonte de energia. Além disso, ele melhora a imunologia e ajuda no funcionamento do intestino, estimulando a proliferação de bactérias benéficas ao organismo. O gengibre, por sua vez, com vitamina C e B6, é antioxidante, estimula a desintoxicação e pode ser usado em chás, sobremesas e molhos.

Nossa dica extra: não se esqueça da hidratação e de manter o corpo em movimento, mesmo em casa. Finalmente, procure sempre fontes seguras de informação e cheque as notícias que recebe. O combate ao coronavírus, para que seja eficaz e seguro para todos, precisa disso! Para saber mais sobre exames, coleta domiciliar em meio à pandemia e conhecer o teste rápido da Covid-19, acompanhe nossas redes sociais!

 

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Saúde da mulher: exames preventivos para ter mais qualidade de vida

O cuidado com a saúde da mulher é primordial na promoção do bem-estar. A qualidade de vida inclui lazer, boas condições de trabalho e, claro, suporte para prevenir doenças hoje comuns em nossa sociedade. Nesse sentido, a informação é peça-chave para conscientizar e incentivar a atenção contínua ao corpo. Pensando nisso, listamos, ao longo deste conteúdo, os principais exames preventivos para a segurança feminina. Confira:

Papanicolau

O papanicolau é um estudo citopatológico indicado para a prevenção do câncer do colo do útero. Nele, lesões que podem levar ao desenvolvimento de tumores são identificadas. Consequentemente, o teste é fundamental para o diagnóstico precoce, que facilita o tratamento antes mesmo de a mulher apresentar sintomas do problema. Também conhecido como preventivo, deve ser feito periodicamente por mulheres que iniciaram a vida sexual, especialmente entre 25 e 64 anos.

Mamografia

Recomendada pelo Ministério da Saúde para todas as mulheres entre 50 e 69 anos, a mamografia é prescrita para o rastreamento do câncer de mama. O exame clínico começa mais cedo, aos 40 anos. Caso a médica perceba alterações, a verificação específica é solicitada. Para mulheres que estão em grupos de risco, a idade é ainda mais reduzida. Aos 35, a análise clínica já é importante.

A incidência e a mortalidade por câncer de mama são elevadas no Brasil. Nos agrupamentos que estão mais ameaçados, estão inclusas mulheres com pelo menos um parente de primeiro grau – mãe, irmã ou filha – com diagnóstico da doença.

Densitometria óssea

A densitometria óssea é a avaliação da massa óssea e é considerada o melhor método para o reconhecimento da osteoporose. A ocorrência do distúrbio é mais comum no gênero feminino. Por isso, o exame se tornou um dos mais significativos para a saúde da mulher, principalmente no período pós-menopausa. Para aquelas com mais de 65 anos ou com histórico familiar, o teste deve ser realizado anualmente.

 

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Você conhece os exames laboratoriais de nutrigenética?

A nutrigenética estuda a ação genética de cada indivíduo em relação aos alimentos inseridos em sua dieta. Os exames laboratoriais que traçam o perfil nutrigenético do corpo são realizados como forma de prevenção de diversas doenças. Com eles, o médico, o nutricionista ou o profissional da saúde pode tomar decisões preventivas específicas para a realidade do paciente.

Ao longo do texto, você vai conhecer como funciona a nutrigenética e por que saber as reações do seu organismo às refeições é importante. Explicamos, também, de que maneira o exame é realizado. Vamos lá?

A nutrigenética e sua interpretação

O exame que avalia o tipo nutrigenético do corpo é feito com um mapeamento que identifica alterações que podem interferir em como nosso organismo reage à alimentação e a outros fatores, como a atividade física. Dessa forma, é possível identificar o risco do aparecimento de doenças crônicas relacionadas, principalmente, à nossa alimentação. Os exemplos são a obesidade e a intolerância alimentar.

No resultado, características como deficiência de vitaminas, sobrecarga ou falta de ferro, sensibilidade à cafeína e sensação de saciedade podem ser observadas. A interpretação deve ser feita por profissionais da área que, ao chegarem a uma conclusão, estarão aptos para garantir meios de alinhar seu perfil aos seus objetivos.

Os exames laboratoriais de avaliação

Para analisar a nutrigenética, é necessária uma amostra de sangue ou de saliva. A partir dela, é feito um estudo dos módulos abaixo para traçar a estratégia correta do plano alimentar, que também será norteada pelo paciente. Depois da coleta, serão investigados:

  • Genes relacionados à obesidade;
  • Regulação do metabolismo lipídico;
  • Risco do desenvolvimento de diabetes mellitus 2;
  • Hipertensão arterial sistêmica;
  • Metabolismo de vitaminas;
  • Intolerâncias alimentares;
  • Modulação da resposta inflamatória e estresse oxidativo e desintoxicação;
  • Doença celíaca.

Os benefícios são diversos e vão influenciar, diretamente, a sua qualidade de vida. Sabendo disso, converse com seu médico ou nutricionista e agende seu exame! No Laboratório Carlos Chagas, temos selo ouro em cuidar de você. Encontre a unidade mais próxima!

 

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Sempre presente: atendimento próximo e domiciliar

Desde a nossa criação, o Laboratório Carlos Chagas atua de forma ampla e promissora em Juiz de Fora. Sem medir esforços, a ideia é estar sempre presente para garantir, a todos os pacientes, a melhor experiência nos serviços prestados. Para que isso seja possível, contamos com 12 unidades distribuídas em pontos estratégicos da cidade. O objetivo é ficar, cada vez mais, perto de você.

Do momento do atendimento até a entrega dos resultados, buscamos proximidade e empatia com suas necessidades e desejos. Pensando nisso, desenvolvemos, também, a coleta domiciliar: uma maneira de garantir que exista tempo e conforto para a realização dos seus exames. Confira como funciona:

Coleta domiciliar

Ideal para pessoas com dificuldade de locomoção, recém-nascidos ou pessoas com pouca disponibilidade, a coleta domiciliar preza comodidade e tranquilidade. Os benefícios incluem privacidade, atenção individual e flexibilidade de horários. Com o agendamento, nossos profissionais especializados realizam, em sua casa ou local de trabalho, os procedimentos com a mesma segurança oferecida nas unidades de atendimento.

Para marcar a coleta, basta entrar em contato pelo telefone (32) 3025-8001 ou pelo WhatsApp (32) 98454-6100. Os resultados podem ser acessados on-line, utilizando um código individual gerado durante a realização do exame. É simples e rápido! Em caso de dúvidas, você pode, ainda, entrar em contato com nossa equipe.

 

 

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Tudo sobre a tireoide: conheça distúrbios, sintomas e tratamentos

A tireoide é uma glândula situada no pescoço, responsável pela produção de hormônios reguladores do organismo humano. O formato, semelhante ao de uma pequena borboleta, guarda uma estrutura que influencia a função de órgãos como o coração, o cérebro e os rins. Além disso, tem atuação no crescimento, no peso, na memória e, nas mulheres, na regulação dos ciclos menstruais.

Os distúrbios relacionados à tireoide aparecem quando a glândula não funciona de maneira correta. Se há a liberação de hormônios em quantidade insuficiente, o indivíduo desenvolve o hipotireoidismo. Por outro lado, quando os liberamos em excesso, a doença gerada é conhecida como hipertireoidismo. Nos dois casos, o volume do órgão pode aumentar, gerando outra disfunção: o bócio.

Em geral, as causas dos problemas na tireoide são de origem congênita. Isso significa que são o resultado do uso de medicamentos ou de transtornos autoimunes. Mesmo assim, hábitos danosos à saúde também podem prejudicar a produção ideal dos hormônios. Os exemplos, nessas situações, incluem o sedentarismo e uma dieta rica em carboidratos e açúcar.

Sintomas e tratamentos da tireoide

No hipotireoidismo, com a pouca geração de substâncias, os principais sintomas são a frequência cardíaca reduzida, o aumento de sensibilidade ao frio e a prisão de ventre. É possível, ainda, que a pessoa com o distúrbio sofra com depressão, formigamento nas mãos e ressecamento de pele. Com hipertireoidismo, os sinais são perda de peso, aumento da pressão arterial, diarreia, fraqueza muscular e mudanças no ciclo menstrual.

Como citado, em decorrência das doenças, é possível apresentar o que chamamos de bócio, um aumento do volume do pescoço. O crescimento leva a indícios como dificuldade de engolir, tosse, sensação de falta de ar e rouquidão. Para chegar ao diagnóstico dos distúrbios, são realizados exames físicos, apalpando a região da tireoide, exames de sangue e ultrassons para analisar o tamanho da glândula.

Finalmente, o tratamento das patologias depende, diretamente, do tipo de disfunção apresentado. Pode englobar, então, acompanhamentos clínicos, uso de medicamentos de forma regular e iodoterapia. Dependendo do estágio, uma cirurgia pode ser necessária. Ao apresentar sintomas, é fundamental procurar um profissional da saúde para investigação. Com o pedido de exame, basta procurar a unidade do Laboratório Carlos Chagas mais perto de você. Lembre-se sempre: a prevenção é o melhor remédio.

 

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Insolação: atenção aos sintomas essenciais para não causar complicações

O Brasil é um país tropical que apresenta altas temperaturas, principalmente durante o verão. E é nesta época do ano que devemos ter um cuidado redobrado com a pele, pois a exposição ao sol é mais comum. Já falamos aqui sobre os riscos de câncer de pele, mas, além dele, existe uma condição chamada insolação, que ocorre quando a temperatura corporal desregula. Conheça os sintomas e a forma de tratamento!

O que é insolação?

Quando somamos exposição excessiva ao sol e altas temperaturas, o resultado é insolação. Com o aumento da temperatura corporal, o nosso mecanismo de transpiração fica confuso e não consegue resfriar, fazendo com que o corpo passe dos 40 graus.

Essa é uma condição que pode acontecer em qualquer idade. Porém a gravidade é maior em idosos e crianças.

Quais são os sintomas da insolação?

Os sintomas podem variar de acordo com a intensidade da condição. Confira:

  • Pele ressecada;
  • Temperaturas elevadas;
  • Dores de cabeça;
  • Náusea;
  • Pulso rápido;
  • Ausência de suor;
  • Tontura.

Quando a insolação é mais grave, os sintomas podem incluir:

  • Distúrbios visuais;
  • Confusão mental;
  • Desmaios;
  • Coma.

Como é feito o tratamento?

O primeiro passo é levar a pessoa para um local fresco e com ventilação. Ofereça água gelada ou líquidos não alcoólicos. Borrife água em todo o corpo ou utilize compressas frias em pontos como testa, pescoço, axila e virilha. Um banho frio também pode ajudar.

Em casos mais graves, é necessário realizar hidratação intravenosa. Por isso, fique atento aos sintomas e procure ajuda médica. A insolação pode parecer inofensiva, mas, caso não seja tratada de forma correta, os riscos de complicação da condição aumentam, podendo levar à morte.

 

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Atenção dobrada: é hora de se prevenir contra o câncer de pele

A época mais quente do ano chegou! O verão, que dura do dia 22 de dezembro até o dia 20 de março, é marcado por muito sol e calor. É tempo de curtir a piscina, caminhar ao ar livre e, se possível, fazer aquele passeio na praia. Consequentemente, é hora, também, de se prevenir e dobrar a atenção contra o câncer de pele, o tumor mais comum no Brasil e no mundo.

O distúrbio acontece quando as células do nosso corpo começam a se multiplicar descontroladamente e é dividido em duas classificações. A primeira, o câncer de pele melanoma, origina-se nas unidades produtoras de melanina, sendo mais comum em adultos de pele branca. Já o não melanoma, bem mais frequente, é o responsável por 30% dos quadros de tumores malignos em nosso país.

Com o objetivo de colaborar para a prevenção, separamos as principais informações sobre a doença. Conhecê-las pode ser essencial no diagnóstico precoce e na cura. Vamos lá?

Identificando o câncer de pele

Manchas que coçam, descascam ou sangram são indícios do câncer de pele. Assim como sinais e pintas que mudam de tamanho, forma ou cor e feridas que não cicatrizam. Qualquer um desses sintomas precisa ser informado a um profissional de saúde o quanto antes. Se não tratado adequadamente, o distúrbio pode destruir as estruturas da pele.

O tumor ocorre em áreas do corpo que são mais expostas ao sol. Os maiores exemplos são o rosto, o pescoço e as orelhas. Além disso, é importante conhecer os fatores de risco. Na lista, aparecem pessoas de pele e olhos claros, com histórico familiar e outras doenças cutâneas. Aqueles que trabalham expostos ao sol ou fazem exposição frequentemente devem, da mesma maneira, estar atentos.

Prevenindo a doença

A principal ação recomendada para prevenir o câncer de pele é protegendo-se da exposição excessiva ao sol. Horários em que os raios solares são mais intensos, entre 10 da manhã e quatro da tarde, têm de ser evitados. Caso fique exposto, é essencial usar o protetor solar, aplicado corretamente e com a periodicidade ideal do produto. Em praias, piscinas e outras atividades, utilize óculos de sol, chapéus, sombrinhas e guarda-sol.

Finalmente, lembre-se sempre: a proteção é necessária igualmente em dias nublados. Se você se encontra no grupo de risco, visite seu médico com frequência e esteja de olho no seu corpo. Conhecê-lo faz total diferença no cuidado com você mesmo. Outras dicas e informações sobre a área de saúde, acompanhe nossas redes sociais!

 

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Você conhece os sintomas do sarampo?

O sarampo é uma doença grave. Causada por um vírus, sua transmissão acontece de pessoa para pessoa, pela tosse, pela fala, pelo espirro e pela própria respiração. Ao longo do texto, vamos explicar os sintomas do sarampo que devem ser percebidos para evitar a evolução do distúrbio. Antes, é importante conhecer, também, como combatê-lo.

Segundo o Ministério da Saúde, a prevenção do sarampo só é possível por meio da vacinação. Geralmente, dividida em duas doses. A primeira é dada quando a criança completa 1 ano de vida, aos 12 meses. A outra, pouco depois, ao completar 15 meses. Devido ao aumento de casos em alguns estados brasileiros, uma dose extra foi proposta para crianças com 6 meses.

É importante lembrar que 90% dos indivíduos que não foram imunizados, ao entrarem em contato com pessoas infectadas, desenvolvem a doença. As vacinas estão disponíveis em unidades públicas de saúde e são um dos mecanismos mais eficazes na defesa do organismo humano contra os agentes infecciosos.

Sintomas do sarampo

O principal sinal do sarampo é a febre, quando acompanha tosse e irritação nos olhos. Mal-estar intenso e nariz entupido recorrente são, da mesma forma, sintomas da doença. Além disso, em torno de três a cinco dias, a pessoa infectada pode apresentar manchas vermelhas no rosto e atrás da orelha. Depois de um tempo, as marcas se espalham pelo corpo.

Em crianças menores de 5 anos, a persistência da febre é uma grande indicação de alerta para complicações. Nos pequenos, o sarampo pode levar a outros problemas como pneumonia, infecções no ouvido e encefalite aguda. Com quadros mais graves, o sarampo pode levar à morte.

Sentiu ou percebeu em seu filho algum dos sintomas do sarampo? Nada de medicamento sem antes consultar um profissional. Não existe um tratamento específico para o sarampo, mas alguns remédios são utilizados para reduzir o desconforto e só podem ser prescritos por um médico. Para mais dicas e informações, acompanhe nossas redes sociais!

 

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