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Fevereiro Laranja: mês de conscientização e enfrentamento da leucemia


Fevereiro Laranja: mês de conscientização e enfrentamento da leucemia

A campanha Fevereiro Laranja alerta sobre a prevenção e a importância da doação de medula óssea

 

O mês de fevereiro chegou e, com ele, a campanha Fevereiro Laranja, dedicada à conscientização e ao enfrentamento da leucemia. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a leucemia ocupa a nona posição nos tipos de câncer mais comuns em homens e a décima primeira em mulheres.

Nós, do Laboratório Carlos Chagas, atendemos milhares de pessoas que realizam aqui os seus exames laboratoriais para a prevenção e a investigação de diversas enfermidades. Sabemos da importância desses testes para o diagnóstico precoce e para a indicação do tratamento mais adequado para as doenças. Pensando nisso, preparamos esse conteúdo para que você conheça um pouco mais sobre a leucemia e também faça parte desse movimento de conscientização e prevenção. Boa leitura!

Sobre a leucemia

Por ser um câncer, a leucemia causa o crescimento acelerado e anormal de células, neste caso, do sangue, tomando o lugar das células saudáveis. Essas células, chamadas leucócitos, são produzidas na medula óssea e tem como responsabilidade a defesa do nosso organismo.

Os tipos de leucemia mais comuns são: leucemia mieloide aguda (LMA), leucemia linfoide aguda (LLA), leucemia mieloide crônica (LMC) e leucemia linfoide crônica (LLC).

Sintomas da leucemia

Entre os principais sintomas estão:

  • Anemia;
  • Cansaço e fadiga;
  • Queda da imunidade;
  • Baixa na contagem de plaquetas;
  • Infecção;
  • Febre;
  • Hematomas;
  • Sangramentos espontâneos.

Diagnóstico

Os principais exames responsáveis para o diagnóstico da leucemia são os laboratoriais, como o hemograma completo. Os médicos especialistas também indicam a realização de exames de bioquímica e de coagulação, além de exames de medula óssea, como o mielograma, o de imunofenotipagem e o de cariótipo.

Tratamento da leucemia

A leucemia é tratada com quimioterápicos. Entretanto, para impedir que não haja reincidência da doença, algumas vezes o transplante de medula óssea (TMO) pode ser indicado.

A definição desse tratamento depende de vários fatores, como doenças associadas e idade do paciente, resposta à primeira fase do tratamento e disponibilidade de doadores de medula óssea.

Transplante de medula óssea

Segundo o Ministério da Saúde, o transplante só é indicado em casos de alto risco. Após a indicação, é feita uma investigação de compatibilidade entre os familiares de primeiro grau. Caso não seja encontrado, é necessário recorrer ao banco de medula óssea.

Quando surge a compatibilidade entre duas pessoas, é feito o procedimento de coleta da medula do doador que, de acordo com o INCA, é realizado em centro cirúrgico, sob anestesia, com duração de aproximadamente duas horas.

Depois, o paciente com leucemia recebe um tratamento que ataca as células doentes e destrói a medula óssea. Posteriormente ele receberá a medula saudável do doador, como em um procedimento de transfusão de sangue.

Seja um doador de medula óssea

Se você tem entre 18 e 55 anos, tem boas condições de saúde, não passou ou não está passando por tratamento de câncer, doenças no sangue, no sistema imunológico ou doenças infecciosas, cadastre-se no hemocentro da sua cidade. Para o cadastro, é feita uma coleta de 5ml de sangue. Caso você apresente compatibilidade com algum paciente da lista de espera, você receberá um contato para realizar a doação.

O Laboratório Carlos Chagas apoia essa causa e incentiva o cuidado com a sua saúde. Entre em contato conosco e realize os seus exames de check-up. Será um prazer atender você!